segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Dilma... '' Pare! não mexa mais nisso que vai ficar pior''!

Desde o governo Lula escutamos as mesmas críticas com relação a política econômica do Partido dos Trabalhadores. È preciso diminuir a dívida pública, o  Brasil não aguentará esse crescimento irresponsável do crédito, a bolha imobiliária tem prazo para explodir, não adianta aumentar  o crédito sem investir na infraestrutura e etc...

Durante anos o milagre social foi justificado e os opositores eram sempre os inimigos do povo, a elite que não entende de sociedade apenas de economia. O resultado estamos colhendo hoje e a solução para o governo está nos chamados ajustes. Isso significa apenas uma coisa, que eles não aprenderam nada durante esses 13 anos, a crise do Brasil não é crise do capitalismo, mas sim da intervenção sobre o capital, realizada de péssima forma pelo Estado, que criou uma sociedade do consumo artificial, com credito dos bancos públicos e garantias estatais a iniciativa privada que o Estado brasileiro seria o fiador da sociedade.


Dilma você realmente quer ajudar? Não faça nada, deixe que a sociedade e o mercado se entendem! Lembrei da minha mãe, quando criança, ao fazer uma besteira ela  gritava: '' Pare! não mexa mais nisso que vai ficar pior''!

sábado, 6 de dezembro de 2014

SUPERAVIT PRIMÁRIO: "Aqui eu sou um bárbaro porque não sou entendido por ninguém."



SUPERAVIT  PRIMÁRIO:  "Aqui eu sou um bárbaro porque não sou entendido por ninguém."

por Dougllas Pierre Lopes

O  Congresso Nacional aprovou o projeto de lei que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014, permitindo a revisão da meta de resultado fiscal deste ano. Na prática o Governo Federal não precisa mais cumprir sua previsão, nenhuma meta, tudo é apenas nada, como diria Lobão, representante de parte da oposição brasileira (ao escrever isto é difícil não chorar de desespero), bom senso de nosso governo ‘’ Aonde está você? Me telefona, me chama! Me chama! Me chama...



04 de Dezembro de 2014, data que marca um novo momento na economia mundial, o dia em que o Brasil transformou metas em números de propaganda estatal, nenhum investidor, economista ou curioso, tem a partir de agora base para analisar nada, se em nossa sociedade a força e a credibilidade das palavras já é há muito tempo coisa do passado, agora esta regra se estende também as metas econômicas de nosso governo.
Todo país está anestesiado por não saber, infelizmente, o que significa mudar as regras do Superávit Primário,  não adianta conceituar que Superávit é o dinheiro que o governo consegue economizar , o que ele gasta a  menos do que arrecada, mas deveríamos saber que na lei do jogo da economia global ( e não adianta chorar, se estamos dentro do jogo essas são as regras),  quem não tem parâmetros sólidos e bem definidos, quem muda a dança conforme a música ou quem quer multiplicar todo resultado negativo por 0, não tem credibilidade. 

O Brasil está caminhando para ser uma Argentina de tamanho continental, o governo vai aumentando os gastos, mentindo sobre o crescimento econômico, o efeito em longo prazo será o descrédito dos investidores, calote, desemprego, inflação, juros altos... Mas hoje nosso país é visto por nós como a Bruna Marquezine, quando na verdade é uma Panicat, cheia de hidrogel, a qualquer momento podendo entrar em coma, por um problema que já existe mas que ainda não demonstrou sintomas evidentes.

O triste é saber que todos nós que estamos alertando sobre o crime que foi esta alteração na LDO de 2014 são taxados de “turma do contra”, “coxinha”, “reaça” e etc, como diria Ovídio "Aqui eu sou um bárbaro porque não sou entendido por ninguém."

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Carta Aberta aos Seguidores de Edward Snowden: Aqui não Violão!

Carta Aberta aos seguidores de  Edward Snowden:  Aqui não Violão!

Por: Dougllas Pierre Lopes

O Brasil é a terra onde todos os procurados do mundo se sentem em casa, a terra de Maluf, Edward Snowden é o mais novo candidato e parece ter todos os atributos para isso, hipócrita, carrega um discurso de liberdade, mas na verdade não respeita as leis de sua própria terra. Aqui no nordeste seria o conhecido cagueta, no sudeste o X9, aquele cara que nem a própria mãe acredita em suas ações.

Todo e qualquer país estratégico do mundo possui um serviço secreto que está de olho em toda e qualquer atividade exterior que ofereça risco a segurança nacional ou ao capital, a incompetência nossa em saber dessas informações assistindo ao Fantástico é de assustar, Dilmão fazer discurso na ONU contra a espionagem e ser aplaudida só mostra como o mundo além de burro está ficando cada vez mais hipócrita.



A intenção principal deste cidadão está explicita nas primeiras linha de sua ‘’Carta Aberta ao Povo do Brasil’’, ”Seis meses atrás, emergi das sombras da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA para me posicionar diante da câmera de um jornalista”. Um funcionário frustrado, sua função era a de “fuçar” os computadores procurando arquivos comprometedores, igual a qualquer nerd de 14 anos faz em todas as partes do mundo.


"Se o Governo brasileiro quiser defender os direitos humanos, será uma honra para mim fazer parte disso”. O Governo do Brasil não defende nem os direitos humanos de seu povo, pobres, negros, ciganos, índios, crianças, adolescentes, idosos e etc... Vai querer ser símbolo de liberdade para o mundo? Snowden, Aqui não violão!!!!! Vá plantar batatas na Rússia, um dos países que mais desrespeitam os direitos individuais, onde o senhor vive como refugiado, sua intenção não é vir para ser defensor da liberdade, o senhor sabe que no Brasil bandido se cria e ainda vira ídolo das massas, quem sabe o senhor sonha em ser também ‘’O Filho do Brasil”.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A espiral decadente da Venezuela

À medida que a situação econômica da Venezuela vai degringolando, seu governo vai se tornando cada vez mais autoritário.  No momento, ele está fazendo de tudo para solapar as bases do já extremamente deteriorado tecido social do país.
Na sexta-feira, dia 8, o presidente Nicolás Maduro ordenou que o exército ocupasse as lojas de uma rede varejista de eletrônicos e confiscasse todos os bens com o intuito de vendê-los a "um preço justo".  Logo após esse confisco, multidões se aglomeraram, ao longo de todo o país, em frente às portas de várias lojas de eletrodomésticos com o intuito de saqueá-las, o que chegou a ocorrer em vários casos.  Esta ocupação ocorreu um dia após o Banco Central da Venezuela anunciar que a taxa de inflação de preços em outubro foi de 5%, o que dá uma inflação anualizada de 54%.  No entanto, a realidade é bem mais tenebrosa.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Roberto Freire no Brasil Econômico: Dilma, a dama da privatização

Por: Roberto Freire

Com pompa e circunstância, a presidente da República comemorou, em cadeia nacional de rádio e televisão, com a desfaçatez de seu surrado discurso eleitoreiro, a realização do leilão do campo de Libra. Dilma Rousseff, tentando desfazer a ideia de que ela não era a dama da privatização do campo de petróleo, e ao mesmo tempo pretendendo convencer o país de que a “concorrência”, que contou com um único pretendente, foi um sucesso. Mas, para quem não se deixa embalar pelo canto da sereia da propaganda governista, está claro que o leilão foi um retumbante fiasco.

A tentativa de atrair investidores privados para a exploração de Libra fracassou. O modelo oferecido, de partilha, impôs uma noiva, a Petrobras, a quem quisesse se habilitar. As gigantes internacionais do setor não toparam o casamento. As esperadas 40 concorrentes ficaram nessa condição. Bem longe do Brasil. E do leilão, claro. Libra, que o governo propalou como maior área de exploração de petróleo do mundo, foi vendida pelo lance mínimo, sem nenhum centavo de ágio.

Se isso não significa decepção, é de se perguntar o que, então, pode representar. Capitaneando o consórcio que restou, a combalida Petrobras, empresa atolada em dívidas, terá de se virar para conseguir R$ 6 bilhões e honrar o bônus de assinatura, ou seja, a parcela de entrada, a ser paga à estatal criada para gerir a exploração do campo.

A se manter o regime de partilha, não há dúvida de que a empresa não conseguirá participar —  nem ela, nem outra companhia —, todo ano, de leilões de pré-sal semelhantes ao realizado nesta semana. A partilha desmantelou a Petrobras. Foi a responsável, ainda, por inibir a participação de empresas privadas, dadas às incertezas do modelo e ao fato de o investidor não ter a garantia de poder influenciar seus investimentos, já que a estatal gestora PPSA conta com poder de veto sobre qualquer iniciativa das empresas.

A impressão que fica é que o governo escolheu uma direção baseada em interesses de curto prazo, principalmente na necessidade premente de produzir superávit primário. No entanto, não é aceitável que um país tome uma decisão de tamanha importância, envolvendo suas maiores reservas de petróleo, com a perspectiva de tapar buraco nas contas públicas. É de uma irresponsabilidade sem tamanho! Não há palanque ou fogos de artifício que refresquem o fato de que a privatização de Libra foi feita por um leilão que não houve, ou seja, um não leilão.

Também não existe maneira de negar que o governo recorreu a um arrumadinho na formatação do único grupo que participou do certame. Quem saiu perdendo com a privatização de Libra da forma como ela se deu foram a União, na condição de concessionária, e, mais diretamente, a sociedade brasileira, que mais uma vez arcará com a inépcia do governo, com seu despreparo frente a oportunidades de crescimento do Brasil. Não poderia deixar, ainda, de condenar o uso das Forças Armadas para cercar o local de realização do leilão, no Rio de Janeiro.

É um absurdo que demonstra o quanto o governo Lula/Dilma está em descrédito junto à população. Sem contar coma incoerência que reside neste fato. Críticos contumazes da privatização quando oposição, o PT, hoje, lança mão de policiamento ostensivo para garantir a segurança de sua empreitada e impedir que os cidadãos inconformados, atrapalhem sua privatização.

 *Deputado federal por São Paulo e presidente nacional do PPS

sábado, 12 de outubro de 2013

No mundo em que responsabilidade e compromisso geram traumas... Vagabundo se cria!

Acabei de ler uma matéria de uma psicóloga que afirma: os irmãos mais velhos assumem responsabilidade mais cedo e por isso podem desenvolver uma revolta na fase adulta... Assim me pergunto? Onde nossa sociedade vai parar com esses teóricos que relacionam responsabilidade, trabalho e comprometimento com problemas e traumas? Desde os anos 80 ( os filhos da era paz e amor)  são criados cada vez mais sem compromisso, não podem apanhar, ser cobrados, arrumar a cama, chegou ao ponto em que hoje nem podem ser reprovados ou avaliados na escola! Pare o mundo que eu quero descer, ser feliz, criança, jovem, adulto e poder aproveitar a vida não é contraditório com ser responsável, faça-me o favor!!!