segunda-feira, 29 de outubro de 2012

LULA E SEU PROCESSO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA QUE NINGUÉM CONHECE, FICHA LIMPA ATÉ QUANDO?


 Processo contra o réu Luiz Inácio Lula da Silva, o ministério publico pede a devolução de R$ 9.526.070,64, o interessante é que este processo já se encontra para decisão do Juiz e nenhum meio de comunicação aborda o assunto. 


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Obama e Romney entram na reta final depois do último debate

AFP - Agence France-Presse

Depois do terceiro e último debate, Barack Obama e Mitt Romney iniciaram nesta terça-feira a reta final da campanha presidencial, sinônimo de viagens incansáveis nas duas semanas que restam pelos estados que poderão garantir os votos necessários para superar o empate apontado pelas pesquisas.

A equipe de Obama divulgou na manhã desta terça-feira um vídeo e um documento em forma de programa. O presidente permanecerá na Flórida, estado que poderá ser decisivo em 6 de novembro. Ele fará um discurso em Delray Beach, 80 km ao norte de Miami.

Obama viajará em seguida para outro estado crucial, Ohio (norte), para participar de um segundo comício eleitoral, no qual se juntará ao seu vice-presidente, Joe Biden. Na quarta-feira, sua agenda será uma maratona de etapas previstas em Iowa, Colorado, Nevada e Califórnia, onde participará em um programa de televisão.

Já Romney é esperado nesta terça em Nevada e Colorado, os dois principais estados do oeste, que poderão decidir o resultado da disputa.

No debate de segunda, Obama apostou em sua condição de comandante-em-chefe quando classificou o adversário de incompetente e desconhecedor em termos de política externa.

Essa estratégia ofensiva de Obama parece ter dado frutos, uma vez que as pesquisas apontavam o presidente como vencedor do debate. Romney, por sua vez, usou da estratégia de concordar com Obama em vários pontos para desviar a discussão das questões de política externa para os problemas domésticos.

Obama apresenta um "projeto para os Estados Unidos"

Segundo Christopher Arterton, especialista político da Universidade de George Washington, Romney "foi capaz de mostrar que não é o conservador perigoso que Obama tentou depreciar". "Essa imagem poderá ajudá-lo particularmente nos estados em que tem de ganhar, Flórida e Ohio".

"O que o governador Romney demonstrou é que não está em condições de ser o comandante-em-chefe das Forças Armadas americanas. Demonstrou uma falta de conhecimento em profundidade do que acontece no mundo", afirmou, por sua parte, o vice-presidente Joe Biden falando à ABC.

Para o companheiro de chapa de Romney, Paul Ryan, o candidato republicano deu "respostas claras, uma visão clara de sua política externa". "Não tivemos um programa de Obama para esse tema", afirmou, também falando à ABC.

Atacado a propósito de sua "falta de programa" para os próximos quatro anos, a equipe de Obama respondeu na manhã desta terça-feira difundindo um "Projeto para os Estados Unidos", que tem como objetivo "continuar fazendo os Estados Unidos avançar e restabelecer a segurança econômica da classe média, um novo patriotismo econômico".

Esse plano fala de investimento na educação, no setor industrial e em fontes de energia americanas. Defende uma redução do déficit, através de um reequilíbrio de rendas e gastos que exige uma maior contribuição dos ricos e se refere ao fim do envolvimento no Afeganistão como uma oportunidade para "reconstruir nosso país".

Obama e Romney estão empatados na maior das pesquisas nacionais, apesar do presidente conservar uma vantagem nos estados-chave, onde Romney tem de ganhar se quiser chegar à Casa Branca.

Essa vantagem foi reduzida nos últimos dias, levando a crer que o final da campanha será acirrado.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Candidatos a segundo turno disputam gestão de quase R$ 100 bilhões em recursos públicos


Publicação: 13/10/2012 13:21 Atualização:

Principais atores do segundo turno, PT, PSDB, PSB e PMDB travam uma disputa pela gestão de R$ 99,2 bilhões em recursos públicos. De olho em 2014, os quatro partidos priorizam, entre as 50 cidades em que os eleitores voltam às urnas em duas semanas, as 28 prefeituras com orçamento superior a R$ 1 bilhão, cujos investimentos são vitrine eleitoral para os próximos pleitos. Com o caixa turbinado pela Copa do Mundo de 2014, seis delas, que vão sediar o evento no mesmo ano das próximas eleições presidenciais, são prioridade máxima. Aos futuros prefeitos caberá o título de padrinhos dessas realizações.

Das 47 prefeituras com receita acima de R$ 1 bilhão este ano, 19, que somam R$ 65 bilhões em orçamento, já têm definido o próximo prefeito. Maior orçamento entre as cidades brasileiras, São Paulo está entre as 28 bilionárias disputadas no segundo turno. Com R$ 38,7 milhões para gastar em 2012, a capital paulista, não por acaso, é o principal alvo de PT e PSDB. Enquanto os petistas sonham retomar o principal palanque da oposição, os tucanos a veem como ponto estratégico para garantir repercussão nacional às críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff.

“Não vemos uma correlação tão direta entre as eleições municipais e presidenciais. Mas é claro que estar no comando dessas cidades fortalece qualquer partido”, avalia o secretário-geral do PSDB, Rodrigo de Castro. O deputado federal mineiro cita que, por terem mídia forte, as cidades ricas se tornam vitrines de obras e programas de suas administrações. O PSDB está em 11 cidades bilionárias no segundo turno, entre elas Manaus e Belém. Há ainda uma importância estratégica para as legendas ao disputar as mais ricas: as volumosas estruturas de cargos servem para cooptar aliados e negociar futuras alianças, que passam também por 2014.

O ano das eleições presidenciais é também o da Copa e, assim, as seis cidades-sedes bilionárias ainda em disputa — Curitiba, Fortaleza, Cuiabá, São Paulo, Salvador e Natal – têm uma importância a mais. Só Fortaleza vai receber, até 2014, R$ 1,6 bilhão do governo federal para o evento esportivo, o que reforça sua arrecadação própria para investimentos e, consequentemente, o número de obras para divulgar ao fim do mandato. A capital do Ceará tem acirrada briga entre o PT, da prefeita Luizianne Lins, e o PSB dos irmãos Cid e Ciro Gomes.

O secretário nacional de organização do PT, Paulo Frateschi, diz que a vitória nas cidades com maiores orçamentos não é prioridade para o partido, mas “necessidade”. “Não só pelo poder econômico que concentram, mas pelas características dessas cidades. Uma marcante é que geralmente elas têm grandes universidades, que irradiam política. Têm também mídia pesada, com veículos competitivos, o que aumenta a repercussão das ações.” Além de São Paulo, o PT pode levar Contagem (MG), Juiz de Fora (MG), Santo André (SP), Campinas (SP), Guarulhos (SP), Niterói (RJ), Cuiabá, Salvador, Fortaleza e João Pessoa.

Promessas Para o cientista político da Universidade de São Paulo (USP) José Álvaro Moisés, “dinheiro e poder andam juntos”, porém não basta ganhar grandes orçamento: é preciso cumprir o que foi prometido na campanha para ter a vitrine. “Os partidos querem mais prefeituras e mais peso econômico, porque, com mais, têm o locus para realizar seus objetivos programáticos, quando eles existem; e, com as mais ricas, viabilizam os meios para realizar o que prometem — embora nem sempre façam exatamente isso.”

No primeiro turno, o PT, que hoje comanda o maior número de administrações bilionárias (11), se deu melhor, com a vitória em seis prefeituras e a garantia de R$ 12,5 bilhões para gerir. Em seguida, aparecem PSDB e PSB, com três cada um. Apesar de ter se saído vitorioso apenas em uma delas no primeiro turno, o PMDB foi o campeão em termos de recursos para administrar, já que reelegeu Eduardo Paes no Rio de Janeiro, segunda maior receita do país, com R$ 20,5 bilhões de receita. Os peemedebistas disputam ainda oito prefeituras bilionárias, entre elas Sorocaba e Natal.

Haddad acusa Serra de "mobilizar trevas"

Um dia depois da divulgação de pesquisa Ibope mostrando o candidato do PT, Fernando Haddad, com 11 pontos percentuais à frente do tucano José Serra (48% a 37%), os dois adversários partiram para o ataque mútuo no segundo turno em São Paulo. Ao participar de missa na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, em Itaquera, na Zona Leste, o candidato petista afirmou que Serra “tem um exército que promove o ódio” nas redes sociais. Haddad rebateu críticas contidas em um vídeo divulgado pelo pastor evangélico Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, em que ele acusa o petista de andar “de braços dados” com réus condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Ele (Serra) está fora de si. Ele está mobilizando e vai mobilizar as trevas, como fez em 2010. Tudo o que ele podia fazer para ofender a presidente Dilma ele fez. É uma pessoa que está completamente fora de tom”, disse o candidato petista. “Serra tem um exército nas redes sociais que promove o ódio”, completou. Durante visita a um museu, Serra negou ter influenciado Malafaia. “Eles estão inventando isso porque o Haddad não sabe como explicar o chamado kit gay”, disse o tucano, referindo-se à campanha a favor da diversidade sexual elaborada pela equipe de Haddad, na época em que era ministro da Educação, e que não chegou a ser divulgada.

Freire diz que reação de Dirceu é "jus esperniandi" que não pode virar ação política


Por: Valéria de Oliveira

“É um jus esperniandi que a sociedade não pode permitir que se torne ação política”, definiu o presidente nacional do PPS, Roberto Freire (SP), ao analisar as declarações do ex-ministro José Dirceu (PT) após ser condenado por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal. O parlamentar afirmou que é “inconcebível” que o esperneio de Dirceu instrumentalize a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e o movimento sindical. “Tem que haver reação da sociedade democrática”.

Freire disse ainda que agora cabe à cidadania cumprir seu papel, de dar prosseguimento ao trabalho executado pelo STF de construir uma sociedade em que a impunidade não seja a regra e em que poderoso não esteja acima da lei. “Não adianta reclamar que a política é suja, se, no momento apropriado não se contribui para que ela seja séria e limpa; é preciso votar bem, se posicionar corretamente no dia a dia, nos pronunciamentos públicos, em todas as ações”.





TEXTO COMPLETO

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Zé Dirceu e seu AI-5 do PT Em 1992


Se alguém tem dúvida sobre o sistema ditatorial do PT, liderado por José Dirceu, tendo Lula como ''boneco do povo'' veja as atitudes que ele tomou em 1992, impedindo inicialmente um ''fora collor'' e excluindo uma ala de seu partido que não concordava com suas ideias, essa ''ala'' posteriormente virou o PSTU. Deixei em caixa-alta as medidas por ele adotadas em 1992 e fica a pergunta: Qual a diferença deste homem, (hoje ladrão quase na cadeia), para um ditador?


O PSTU foi fundado em um congresso realizado em 1993 por integrantes da LIT no Brasil. Funcionaram anteriormente como uma tendência interna do Partido dos Trabalhadores denominada Convergência Socialista.

A Convergência Socialista havia sido expulsa do Partido dos Trabalhadores em 1992, por defender o estabelecimento de uma campanha pelo Fora Collor naquele ano. O secretário geral do Partido dos Trabalhadores na época, José Dirceu, descreveu que "ao defender uma campanha contra o presidente da República naquela oportunidade", com a palavra de ordem "Fora Collor, esta seria uma tática da CS de propor ao PT derrubar o governo Collor.

Em abril de 1992, o deputado José Dirceu apresenta, na reunião da Executiva Nacional do PT, uma resolução que foi aprovada, dando prazo de 15 dias para que a Convergência Socialista se adaptasse à nova regulamentação de tendências. ESTA PROIBIA MANIFESTAÇÕES ABERTAS CONTRA A POLÍTICA DA DIREÇÃO MAJORITÁRIA. AFIRMAVA JOSÉ DIRCEU QUE, PARA EVITAR A PUBLICIDADE DE TAL POLÍTICA, SE DEVERIAM PROIBIR SEDES PRÓPRIAS, JORNAL PRÓPRIO, FINANÇAS PRÓPRIAS, RELAÇÕES INTERNACIONAIS PÚBLICAS E DE PARTIDO, POIS ESTAS SERIAM A EXTERIORIZAÇÃO DE UMA POLÍTICA CONTRÁRIA ÀS RESOLUÇÕES DO PT E DO SEU PRIMEIRO CONGRESSO (SILVA 2001; CERDEIRA 2009).

A fundação do PSTU uniu diversas correntes socialistas e comunistas excluídas pela direção do PT na ocasião, organizações e grupos ativistas revolucionários nacionais e locais, entre elas, além da já citada Convergência Socialista, o PLP (Partido da Libertação Proletária).