Esse discurso de Esquerda perseguida pela mídia é desculpa de governo ladrão, a Veja tem a mesma postura ideológica a décadas, porém os Ditadores do PT querem transformar a revista em grupo criminoso!
Vejam exemplos de duas capas da Veja na época do governo FHC e o link com dezenas de capas semelhantes, denuncias e críticas pesadas ao governo do PSDB, quer dizer que o PT é perseguido? faz me rir...
http://www.conversaafiada.com.br/pig/2010/10/21/nao-perca-as-melhores-capas-da-veja-coitado-do-fhc-e-o-ej/
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
QUERO MEU TABRET!!! O GOVERNO DE ‘’ ESQUERDA’’ DO PT APOSTA EM MUNDO DIGITAL, SEM LIVROS!
Brasil!!!!! Um país em que boa parte dos universitários não
sabe entender os textos que estão lendo, onde crianças saem do ensino
fundamental sem saber ler, país onde alunos frequentam as unidades de ensino
para se alimentar... Este é o país que cada aluno será dono de um Tablet, ou
melhor, TABRET, querer que essas pessoas
acertem o nome do equipamento eletrônico é pedir muito, nosso projeto de
educação é agradar os bancos internacionais, financiadores da educação.
Para que bibliotecas? Muito
melhor que ler Monteiro Lobato ( aquele racista, que os ditadores de esquerda
querem abolir do mapa) é jogar Angry Birds, não precisamos formar um país de
leitores, o Brasil precisa de TABRET
para todos os alunos, assim a professora que ganha um péssimo salário
pode fingir que está ensinando e agora os alunos não precisam mais fingir que
estão prestando atenção, basta ligar o ‘’bixin’’ e entrar no Xvideos ou baixar FIFA
13.
Viva para nosso Governo Federal e
para a educação brasileira, Viva o TABRET!!!
domingo, 23 de dezembro de 2012
Desenvolvimento e dependência no sistema nacional de economia política de Frederico List
Resumo: List introduziu o tempo, o espaço, a sociedade e, assim, a história e a nação na economia, ao se colocar contra os pressupostos da economia clássica de harmonia de interesses, da visão estática do mundo, do individualismo e do livre-cambismo. Para ele, os interesses são conflitantes e a ação individual nem sempre resultaria num melhor acerto social, tendo a harmonia possível que ser buscada através de organismos superiores: a Nação e o Estado. Nesse contexto, ele estabelece a política econômica a ser adotada pela Alemanha, então uma região composta de estados subdesenvolvidos e em processo de unificação, ressaltando o papel das forças produtivas no seu processo de desenvolvimento.
Palavra-chave: Política Econômica. Desenvolvimento Econômico. Nacionalismo.
História Econômica. Alemanha.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Casa da Luz Vermelha : O Fascismo Lulista e Corrupção
por
: Dougllas Pierre
O julgamento do Mensalão nem
terminou e o Lulismo já enfrenta novas denuncias envolvendo corrupção,
novamente nosso ‘’cego, surdo e mudo’’ ex-presidente da república vai à mídia falar que se sentiu traído, assim como Zé
Dirceu resolveu todas as questões administrativas do mensalão em um gabinete ao
lado da sala oficial da presidência da república e surpreendente Lula não sabia de nada, a
servidora ex-chefe do escritório
da Presidência em São Paulo Rosemary Noronha, nomeada pelo próprio companheiro
Lula, segundo as investigações da Polícia Federal, foi indiciada por suspeita
de participar de um esquema de fraude em pareceres técnicos de órgãos públicos,
com sérios indícios de influência nas votações do Senado ( Mensalão II).
Rosemary de acordo com gravações
teria contato e relações estreitas com o ex-presidente, enquanto isso, o fascismo
de esquerda que o PT representa, tentando marginalizar a mídia e os movimentos
de oposição , utiliza um discurso falido, porém respaldado por
diversos movimentos sociais e sindicalistas, que vive de esmolas para a massa
e favorecimento pessoal para os dirigentes.
A UNE está calada a mais de dez anos, a educação brasileira está melhor?
O MST não faz nada além de barulho, à reforma agrária foi realizada? A
violência está fora de controle, à saúde em estado terminal, quem recebe o ‘’bolsa
família’’ não tem perspectiva de crescimento social, mesmo assim, boa parte dos
intelectuais, professores universitários e idealistas tratam Lula como Deus,
quem é o alienado?
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
LULA E SEU PROCESSO POR IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA QUE NINGUÉM CONHECE, FICHA LIMPA ATÉ QUANDO?
Processo contra o réu Luiz Inácio Lula da Silva, o ministério publico pede a devolução de R$ 9.526.070,64, o interessante é que este processo já se encontra para decisão do Juiz e nenhum meio de comunicação aborda o assunto.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Obama e Romney entram na reta final depois do último debate
AFP - Agence France-Presse
Depois do terceiro e último debate, Barack Obama e Mitt Romney iniciaram nesta terça-feira a reta final da campanha presidencial, sinônimo de viagens incansáveis nas duas semanas que restam pelos estados que poderão garantir os votos necessários para superar o empate apontado pelas pesquisas.
A equipe de Obama divulgou na manhã desta terça-feira um vídeo e um documento em forma de programa. O presidente permanecerá na Flórida, estado que poderá ser decisivo em 6 de novembro. Ele fará um discurso em Delray Beach, 80 km ao norte de Miami.
Obama viajará em seguida para outro estado crucial, Ohio (norte), para participar de um segundo comício eleitoral, no qual se juntará ao seu vice-presidente, Joe Biden. Na quarta-feira, sua agenda será uma maratona de etapas previstas em Iowa, Colorado, Nevada e Califórnia, onde participará em um programa de televisão.
Já Romney é esperado nesta terça em Nevada e Colorado, os dois principais estados do oeste, que poderão decidir o resultado da disputa.
No debate de segunda, Obama apostou em sua condição de comandante-em-chefe quando classificou o adversário de incompetente e desconhecedor em termos de política externa.
Essa estratégia ofensiva de Obama parece ter dado frutos, uma vez que as pesquisas apontavam o presidente como vencedor do debate. Romney, por sua vez, usou da estratégia de concordar com Obama em vários pontos para desviar a discussão das questões de política externa para os problemas domésticos.
Obama apresenta um "projeto para os Estados Unidos"
Segundo Christopher Arterton, especialista político da Universidade de George Washington, Romney "foi capaz de mostrar que não é o conservador perigoso que Obama tentou depreciar". "Essa imagem poderá ajudá-lo particularmente nos estados em que tem de ganhar, Flórida e Ohio".
"O que o governador Romney demonstrou é que não está em condições de ser o comandante-em-chefe das Forças Armadas americanas. Demonstrou uma falta de conhecimento em profundidade do que acontece no mundo", afirmou, por sua parte, o vice-presidente Joe Biden falando à ABC.
Para o companheiro de chapa de Romney, Paul Ryan, o candidato republicano deu "respostas claras, uma visão clara de sua política externa". "Não tivemos um programa de Obama para esse tema", afirmou, também falando à ABC.
Atacado a propósito de sua "falta de programa" para os próximos quatro anos, a equipe de Obama respondeu na manhã desta terça-feira difundindo um "Projeto para os Estados Unidos", que tem como objetivo "continuar fazendo os Estados Unidos avançar e restabelecer a segurança econômica da classe média, um novo patriotismo econômico".
Esse plano fala de investimento na educação, no setor industrial e em fontes de energia americanas. Defende uma redução do déficit, através de um reequilíbrio de rendas e gastos que exige uma maior contribuição dos ricos e se refere ao fim do envolvimento no Afeganistão como uma oportunidade para "reconstruir nosso país".
Obama e Romney estão empatados na maior das pesquisas nacionais, apesar do presidente conservar uma vantagem nos estados-chave, onde Romney tem de ganhar se quiser chegar à Casa Branca.
Essa vantagem foi reduzida nos últimos dias, levando a crer que o final da campanha será acirrado.
Depois do terceiro e último debate, Barack Obama e Mitt Romney iniciaram nesta terça-feira a reta final da campanha presidencial, sinônimo de viagens incansáveis nas duas semanas que restam pelos estados que poderão garantir os votos necessários para superar o empate apontado pelas pesquisas.
A equipe de Obama divulgou na manhã desta terça-feira um vídeo e um documento em forma de programa. O presidente permanecerá na Flórida, estado que poderá ser decisivo em 6 de novembro. Ele fará um discurso em Delray Beach, 80 km ao norte de Miami.
Obama viajará em seguida para outro estado crucial, Ohio (norte), para participar de um segundo comício eleitoral, no qual se juntará ao seu vice-presidente, Joe Biden. Na quarta-feira, sua agenda será uma maratona de etapas previstas em Iowa, Colorado, Nevada e Califórnia, onde participará em um programa de televisão.
Já Romney é esperado nesta terça em Nevada e Colorado, os dois principais estados do oeste, que poderão decidir o resultado da disputa.
No debate de segunda, Obama apostou em sua condição de comandante-em-chefe quando classificou o adversário de incompetente e desconhecedor em termos de política externa.
Essa estratégia ofensiva de Obama parece ter dado frutos, uma vez que as pesquisas apontavam o presidente como vencedor do debate. Romney, por sua vez, usou da estratégia de concordar com Obama em vários pontos para desviar a discussão das questões de política externa para os problemas domésticos.
Obama apresenta um "projeto para os Estados Unidos"
Segundo Christopher Arterton, especialista político da Universidade de George Washington, Romney "foi capaz de mostrar que não é o conservador perigoso que Obama tentou depreciar". "Essa imagem poderá ajudá-lo particularmente nos estados em que tem de ganhar, Flórida e Ohio".
"O que o governador Romney demonstrou é que não está em condições de ser o comandante-em-chefe das Forças Armadas americanas. Demonstrou uma falta de conhecimento em profundidade do que acontece no mundo", afirmou, por sua parte, o vice-presidente Joe Biden falando à ABC.
Para o companheiro de chapa de Romney, Paul Ryan, o candidato republicano deu "respostas claras, uma visão clara de sua política externa". "Não tivemos um programa de Obama para esse tema", afirmou, também falando à ABC.
Atacado a propósito de sua "falta de programa" para os próximos quatro anos, a equipe de Obama respondeu na manhã desta terça-feira difundindo um "Projeto para os Estados Unidos", que tem como objetivo "continuar fazendo os Estados Unidos avançar e restabelecer a segurança econômica da classe média, um novo patriotismo econômico".
Esse plano fala de investimento na educação, no setor industrial e em fontes de energia americanas. Defende uma redução do déficit, através de um reequilíbrio de rendas e gastos que exige uma maior contribuição dos ricos e se refere ao fim do envolvimento no Afeganistão como uma oportunidade para "reconstruir nosso país".
Obama e Romney estão empatados na maior das pesquisas nacionais, apesar do presidente conservar uma vantagem nos estados-chave, onde Romney tem de ganhar se quiser chegar à Casa Branca.
Essa vantagem foi reduzida nos últimos dias, levando a crer que o final da campanha será acirrado.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Candidatos a segundo turno disputam gestão de quase R$ 100 bilhões em recursos públicos
Publicação: 13/10/2012 13:21 Atualização:
Principais atores do segundo turno, PT, PSDB, PSB e PMDB travam uma disputa pela gestão de R$ 99,2 bilhões em recursos públicos. De olho em 2014, os quatro partidos priorizam, entre as 50 cidades em que os eleitores voltam às urnas em duas semanas, as 28 prefeituras com orçamento superior a R$ 1 bilhão, cujos investimentos são vitrine eleitoral para os próximos pleitos. Com o caixa turbinado pela Copa do Mundo de 2014, seis delas, que vão sediar o evento no mesmo ano das próximas eleições presidenciais, são prioridade máxima. Aos futuros prefeitos caberá o título de padrinhos dessas realizações.
Das 47 prefeituras com receita acima de R$ 1 bilhão este ano, 19, que somam R$ 65 bilhões em orçamento, já têm definido o próximo prefeito. Maior orçamento entre as cidades brasileiras, São Paulo está entre as 28 bilionárias disputadas no segundo turno. Com R$ 38,7 milhões para gastar em 2012, a capital paulista, não por acaso, é o principal alvo de PT e PSDB. Enquanto os petistas sonham retomar o principal palanque da oposição, os tucanos a veem como ponto estratégico para garantir repercussão nacional às críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff.
“Não vemos uma correlação tão direta entre as eleições municipais e presidenciais. Mas é claro que estar no comando dessas cidades fortalece qualquer partido”, avalia o secretário-geral do PSDB, Rodrigo de Castro. O deputado federal mineiro cita que, por terem mídia forte, as cidades ricas se tornam vitrines de obras e programas de suas administrações. O PSDB está em 11 cidades bilionárias no segundo turno, entre elas Manaus e Belém. Há ainda uma importância estratégica para as legendas ao disputar as mais ricas: as volumosas estruturas de cargos servem para cooptar aliados e negociar futuras alianças, que passam também por 2014.
O ano das eleições presidenciais é também o da Copa e, assim, as seis cidades-sedes bilionárias ainda em disputa — Curitiba, Fortaleza, Cuiabá, São Paulo, Salvador e Natal – têm uma importância a mais. Só Fortaleza vai receber, até 2014, R$ 1,6 bilhão do governo federal para o evento esportivo, o que reforça sua arrecadação própria para investimentos e, consequentemente, o número de obras para divulgar ao fim do mandato. A capital do Ceará tem acirrada briga entre o PT, da prefeita Luizianne Lins, e o PSB dos irmãos Cid e Ciro Gomes.
O secretário nacional de organização do PT, Paulo Frateschi, diz que a vitória nas cidades com maiores orçamentos não é prioridade para o partido, mas “necessidade”. “Não só pelo poder econômico que concentram, mas pelas características dessas cidades. Uma marcante é que geralmente elas têm grandes universidades, que irradiam política. Têm também mídia pesada, com veículos competitivos, o que aumenta a repercussão das ações.” Além de São Paulo, o PT pode levar Contagem (MG), Juiz de Fora (MG), Santo André (SP), Campinas (SP), Guarulhos (SP), Niterói (RJ), Cuiabá, Salvador, Fortaleza e João Pessoa.
Promessas Para o cientista político da Universidade de São Paulo (USP) José Álvaro Moisés, “dinheiro e poder andam juntos”, porém não basta ganhar grandes orçamento: é preciso cumprir o que foi prometido na campanha para ter a vitrine. “Os partidos querem mais prefeituras e mais peso econômico, porque, com mais, têm o locus para realizar seus objetivos programáticos, quando eles existem; e, com as mais ricas, viabilizam os meios para realizar o que prometem — embora nem sempre façam exatamente isso.”
No primeiro turno, o PT, que hoje comanda o maior número de administrações bilionárias (11), se deu melhor, com a vitória em seis prefeituras e a garantia de R$ 12,5 bilhões para gerir. Em seguida, aparecem PSDB e PSB, com três cada um. Apesar de ter se saído vitorioso apenas em uma delas no primeiro turno, o PMDB foi o campeão em termos de recursos para administrar, já que reelegeu Eduardo Paes no Rio de Janeiro, segunda maior receita do país, com R$ 20,5 bilhões de receita. Os peemedebistas disputam ainda oito prefeituras bilionárias, entre elas Sorocaba e Natal.
Haddad acusa Serra de "mobilizar trevas"
Um dia depois da divulgação de pesquisa Ibope mostrando o candidato do PT, Fernando Haddad, com 11 pontos percentuais à frente do tucano José Serra (48% a 37%), os dois adversários partiram para o ataque mútuo no segundo turno em São Paulo. Ao participar de missa na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, em Itaquera, na Zona Leste, o candidato petista afirmou que Serra “tem um exército que promove o ódio” nas redes sociais. Haddad rebateu críticas contidas em um vídeo divulgado pelo pastor evangélico Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, em que ele acusa o petista de andar “de braços dados” com réus condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Ele (Serra) está fora de si. Ele está mobilizando e vai mobilizar as trevas, como fez em 2010. Tudo o que ele podia fazer para ofender a presidente Dilma ele fez. É uma pessoa que está completamente fora de tom”, disse o candidato petista. “Serra tem um exército nas redes sociais que promove o ódio”, completou. Durante visita a um museu, Serra negou ter influenciado Malafaia. “Eles estão inventando isso porque o Haddad não sabe como explicar o chamado kit gay”, disse o tucano, referindo-se à campanha a favor da diversidade sexual elaborada pela equipe de Haddad, na época em que era ministro da Educação, e que não chegou a ser divulgada.
Freire diz que reação de Dirceu é "jus esperniandi" que não pode virar ação política
Por: Valéria de Oliveira
“É um jus esperniandi que a sociedade não pode permitir que se torne ação política”, definiu o presidente nacional do PPS, Roberto Freire (SP), ao analisar as declarações do ex-ministro José Dirceu (PT) após ser condenado por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal. O parlamentar afirmou que é “inconcebível” que o esperneio de Dirceu instrumentalize a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e o movimento sindical. “Tem que haver reação da sociedade democrática”.
Freire disse ainda que agora cabe à cidadania cumprir seu papel, de dar prosseguimento ao trabalho executado pelo STF de construir uma sociedade em que a impunidade não seja a regra e em que poderoso não esteja acima da lei. “Não adianta reclamar que a política é suja, se, no momento apropriado não se contribui para que ela seja séria e limpa; é preciso votar bem, se posicionar corretamente no dia a dia, nos pronunciamentos públicos, em todas as ações”.
TEXTO COMPLETO
sábado, 6 de outubro de 2012
IBOPE - PORTO ALEGRE - FORTUNATI PODE VENCER JÁ NO PRIMEIRO TURNO
Matéria Completa no G1
Veja os números do Ibope, considerando os votos válidos:
José Fortunati (PDT) - 57%
Manuela D’Ávila (PCdoB) - 27%
Adão Villaverde (PT) - 11%
Roberto Robaina (PSOL) - 2%
Wambert di Lorenzo (PSDB) - 2%
Érico Corrêa (PSTU) - 1%
Jocelin Azambuja (PSL) - 0%
Veja os números do Ibope, considerando os votos válidos:
José Fortunati (PDT) - 57%
Manuela D’Ávila (PCdoB) - 27%
Adão Villaverde (PT) - 11%
Roberto Robaina (PSOL) - 2%
Wambert di Lorenzo (PSDB) - 2%
Érico Corrêa (PSTU) - 1%
Jocelin Azambuja (PSL) - 0%
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Zé Dirceu e seu AI-5 do PT Em 1992
Se alguém tem dúvida sobre o sistema ditatorial do PT, liderado por José Dirceu, tendo Lula como ''boneco do povo'' veja as atitudes que ele tomou em 1992, impedindo inicialmente um ''fora collor'' e excluindo uma ala de seu partido que não concordava com suas ideias, essa ''ala'' posteriormente virou o PSTU. Deixei em caixa-alta as medidas por ele adotadas em 1992 e fica a pergunta: Qual a diferença deste homem, (hoje ladrão quase na cadeia), para um ditador?
O PSTU foi fundado em um congresso realizado em 1993 por integrantes da LIT no Brasil. Funcionaram anteriormente como uma tendência interna do Partido dos Trabalhadores denominada Convergência Socialista.
A Convergência Socialista havia sido expulsa do Partido dos Trabalhadores em 1992, por defender o estabelecimento de uma campanha pelo Fora Collor naquele ano. O secretário geral do Partido dos Trabalhadores na época, José Dirceu, descreveu que "ao defender uma campanha contra o presidente da República naquela oportunidade", com a palavra de ordem "Fora Collor, esta seria uma tática da CS de propor ao PT derrubar o governo Collor.
Em abril de 1992, o deputado José Dirceu apresenta, na reunião da Executiva Nacional do PT, uma resolução que foi aprovada, dando prazo de 15 dias para que a Convergência Socialista se adaptasse à nova regulamentação de tendências. ESTA PROIBIA MANIFESTAÇÕES ABERTAS CONTRA A POLÍTICA DA DIREÇÃO MAJORITÁRIA. AFIRMAVA JOSÉ DIRCEU QUE, PARA EVITAR A PUBLICIDADE DE TAL POLÍTICA, SE DEVERIAM PROIBIR SEDES PRÓPRIAS, JORNAL PRÓPRIO, FINANÇAS PRÓPRIAS, RELAÇÕES INTERNACIONAIS PÚBLICAS E DE PARTIDO, POIS ESTAS SERIAM A EXTERIORIZAÇÃO DE UMA POLÍTICA CONTRÁRIA ÀS RESOLUÇÕES DO PT E DO SEU PRIMEIRO CONGRESSO (SILVA 2001; CERDEIRA 2009).
A fundação do PSTU uniu diversas correntes socialistas e comunistas excluídas pela direção do PT na ocasião, organizações e grupos ativistas revolucionários nacionais e locais, entre elas, além da já citada Convergência Socialista, o PLP (Partido da Libertação Proletária).
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
O fundamentalismos cristão falando do fundamentalismo Islâmico!!!
Resposta ao texto publicado no Verdade Gospel do Pr.Silas Malafaia
http://www.verdadegospel.com/dilma-e-a-islamofobia-e-o-filme-de-maome-pr-silas-comenta/?area=1
O fundamentalismos cristão falando do fundamentalismo Islâmico!!!
O nosso Estado primeiramente é Laico, segundo a raiz da declaração da presidente não tem nenhuma ligação com os pontos apresentados no texto, do Pr. Silas Malafaia, existe
http://www.verdadegospel.com/dilma-e-a-islamofobia-e-o-filme-de-maome-pr-silas-comenta/?area=1
O fundamentalismos cristão falando do fundamentalismo Islâmico!!!
O nosso Estado primeiramente é Laico, segundo a raiz da declaração da presidente não tem nenhuma ligação com os pontos apresentados no texto, do Pr. Silas Malafaia, existe
sim uma islamofobia ocidental desde o dia 11 de setembro de 2000. A islamofobia a que Dilma se refere , tem a ver com as perseguições que famílias de bem ,que vivem no ocidente ,vem sofrendo, com sua crença ameaçada por leis, que são travestidas de ''Leis de segurança nacional'' e são na verdade ,leis antidemocráticas , que tiram a liberdade individual, prática que tem os EUA e a França como principal símbolos dessa ditadura ‘’pseudocrístão’’.
Se nós cristão aceitamos que nossos símbolos religiosos sejam ridicularizados constantemente, por nós mesmos, não podemos impor a uma sociedade que se comporte da mesma maneira, ninguém é santo ou demônio, porém temos que deixar a paixão e a cegueira fundamentalista ao comentar assuntos tão importantes.
Se nós cristão aceitamos que nossos símbolos religiosos sejam ridicularizados constantemente, por nós mesmos, não podemos impor a uma sociedade que se comporte da mesma maneira, ninguém é santo ou demônio, porém temos que deixar a paixão e a cegueira fundamentalista ao comentar assuntos tão importantes.
domingo, 19 de agosto de 2012
CONSULTA AO IDEB DAS ESCOLAS 2011
Está disponível no site do Ministério da Educação (MEC) o sistema de consulta aos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011. é possível consultar a nota de cada escola, da rede de ensino, dos municípios e estados, além de comparar a nota atual com a de anos anteriores e verificar se as metas de melhoria da educação foram atingidas.
Se nos anos iniciais houve crescimento de 0,4 ponto, nos anos finais a melhora é mais lenta - a nota passou de 4 pontos em 2009 para 4,1 em 2011. No caso do ensino médio, a situação é mais grave: na média nacional, a meta de 3,7 pontos foi atingida, mas nove estados pioraram seu desempenho em relação a 2009.
O Ideb atribui uma nota diferente para três etapas da educação básica: anos iniciais (1º ao 5º ano) e anos finais (6º ao 9º ano) do ensino fundamental e ensino médio. Todos os entes federados e escolas têm metas a serem cumpridas até 2022, bicentenário da Independência do Brasil.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
A fantasia de Mantega
É difícil duvidar da sinceridade do ministro da Fazenda, Guido Mantega, quando ele afirma estar conduzindo uma política de longo alcance, com medidas calculadas para tornar a economia brasileira mais eficiente e mais competitiva. A ação oficial, segundo ele, vai muito além de um conjunto de medidas setoriais e destinadas a estimular o crescimento no curto prazo. Essas declarações foram uma resposta a críticas formuladas nos últimos dias por economistas independentes, analistas econômicos e até por especialistas vinculados ao setor público. O ministro deu a impressão de acreditar nas próprias palavras e esse foi o aspecto mais preocupante de seu pronunciamento. Os problemas de quem produz no Brasil vão muito além daqueles enfrentados com as iniciativas do governo - uma porção de remendos mal costurados. Mas a presidente Dilma Rousseff e os condutores da política econômica preferem distribuir benefícios a setores selecionados e continuar evitando as tarefas mais complicadas, como a reforma efetiva dos impostos, a melhora da administração federal e a racionalização do gasto público.
O ministro apontou a redução dos juros, as intervenções no câmbio e as desonerações fiscais limitadas como grandes avanços na direção de reformas de longo alcance. Dia a dia os fatos desmentem essa avaliação da política econômica. A redução dos juros básicos, o barateamento do crédito ao consumidor e a expansão dos empréstimos foram insuficientes, até agora, para reativar a produção industrial. As vantagens setoriais produzem efeitos localizados, facilitando a venda de automóveis, por exemplo, mas com poucos reflexos no conjunto da indústria manufatureira. Parte importante do estímulo acaba vazando para o exterior. De janeiro a junho o valor das exportações foi 1,7% menor que o de um ano antes, enquanto o das importações foi 3,7% maior. Os preços da soja em grãos e de algumas poucas commodities impediram um resultado pior.
O resultado pífio do comércio exterior desfez também outra fantasia. Entre setembro do ano passado e junho deste ano o dólar se valorizou mais de 20%, em relação ao real, mas o superávit comercial minguou. No primeiro semestre, foi 45,9% inferior ao de janeiro a junho de 2011. Errou, portanto, quem atribuiu as desvantagens da indústria na competição internacional, principalmente ao câmbio valorizado.
Esse erro era evidente para quem se dispusesse a contemplar os fatos com algum realismo, mas o governo - e muitos empresários, é preciso reconhecer - preferiu menosprezar as desvantagens mais graves, como a tributação irracional, a logística deficiente, os custos resultantes da insegurança e tantas outras deficiências observadas no dia a dia da atividade empresarial e da vida dos brasileiros.
A desvalorização cambial foi muitas vezes usada no Brasil para compensar e disfarçar as deficiências do sistema produtivo. Combinada com um persistente protecionismo, essa política contribuiu, a longo prazo, para o adiamento de muitas ações necessárias à modernização econômica e social do País. O governo tem exibido uma indisfarçável inclinação para esse tipo de política. Se essa inclinação continuar prevalecendo, as esperanças de consolidação de uma economia adequada à era da globalização entrarão pelo ralo.
O ministro da Fazenda acertou ao mencionar os problemas internacionais e a lentidão provável da recuperação econômica do mundo rico. Neste momento, também a China e outros emergentes dinâmicos parecem perder impulso. Nenhum desses dados justifica, no entanto, a concentração da política oficial em medidas de curto prazo. O Brasil enfrenta, sem dúvida, problemas conjunturais, mas suas deficiências mais importantes e mais perigosas são de outro tipo.
A crescente dificuldade da empresa brasileira para ocupar espaços no mercado global e até para defender suas posições no mercado interno resulta de algo bem mais grave que uma conjuntura desfavorável. Enquanto desprezar esse dado, o governo continuará praticando a política de miudezas. Um dia os demais países sairão da crise, provavelmente mais produtivos do que hoje. Quando sair da crise, o Brasil, se nada mudar, estará muito mais fraco do que hoje.
de: Estadão
O ministro apontou a redução dos juros, as intervenções no câmbio e as desonerações fiscais limitadas como grandes avanços na direção de reformas de longo alcance. Dia a dia os fatos desmentem essa avaliação da política econômica. A redução dos juros básicos, o barateamento do crédito ao consumidor e a expansão dos empréstimos foram insuficientes, até agora, para reativar a produção industrial. As vantagens setoriais produzem efeitos localizados, facilitando a venda de automóveis, por exemplo, mas com poucos reflexos no conjunto da indústria manufatureira. Parte importante do estímulo acaba vazando para o exterior. De janeiro a junho o valor das exportações foi 1,7% menor que o de um ano antes, enquanto o das importações foi 3,7% maior. Os preços da soja em grãos e de algumas poucas commodities impediram um resultado pior.
O resultado pífio do comércio exterior desfez também outra fantasia. Entre setembro do ano passado e junho deste ano o dólar se valorizou mais de 20%, em relação ao real, mas o superávit comercial minguou. No primeiro semestre, foi 45,9% inferior ao de janeiro a junho de 2011. Errou, portanto, quem atribuiu as desvantagens da indústria na competição internacional, principalmente ao câmbio valorizado.
Esse erro era evidente para quem se dispusesse a contemplar os fatos com algum realismo, mas o governo - e muitos empresários, é preciso reconhecer - preferiu menosprezar as desvantagens mais graves, como a tributação irracional, a logística deficiente, os custos resultantes da insegurança e tantas outras deficiências observadas no dia a dia da atividade empresarial e da vida dos brasileiros.
A desvalorização cambial foi muitas vezes usada no Brasil para compensar e disfarçar as deficiências do sistema produtivo. Combinada com um persistente protecionismo, essa política contribuiu, a longo prazo, para o adiamento de muitas ações necessárias à modernização econômica e social do País. O governo tem exibido uma indisfarçável inclinação para esse tipo de política. Se essa inclinação continuar prevalecendo, as esperanças de consolidação de uma economia adequada à era da globalização entrarão pelo ralo.
O ministro da Fazenda acertou ao mencionar os problemas internacionais e a lentidão provável da recuperação econômica do mundo rico. Neste momento, também a China e outros emergentes dinâmicos parecem perder impulso. Nenhum desses dados justifica, no entanto, a concentração da política oficial em medidas de curto prazo. O Brasil enfrenta, sem dúvida, problemas conjunturais, mas suas deficiências mais importantes e mais perigosas são de outro tipo.
A crescente dificuldade da empresa brasileira para ocupar espaços no mercado global e até para defender suas posições no mercado interno resulta de algo bem mais grave que uma conjuntura desfavorável. Enquanto desprezar esse dado, o governo continuará praticando a política de miudezas. Um dia os demais países sairão da crise, provavelmente mais produtivos do que hoje. Quando sair da crise, o Brasil, se nada mudar, estará muito mais fraco do que hoje.
de: Estadão
segunda-feira, 2 de julho de 2012
O Corinthians é o Brasil na Libertadores? Não!!!
Ontem na transmissão da
final da Euro Copa 2012, entre Itália e Espanha, o nobre narrador Galvão Bueno
para promover a final da Libertadores da América entre Corinthians e Boca
soltou a frase, ‘’ Quarta o Corinthians é o Brasil na Libertadores’’, não, o Corinthians não é o Brasil, nem o Boca
é a Argentina ou o Barcelona é a Espanha, a nacionalidade de um clube é
praticamente sem importância quando se trata de agremiação esportiva, ou qualquer
outro símbolo de identidade pessoal, estamos falando não de nação e sim de
micro-identidades.
O time do Inter de Milão foi
campeão da Liga dos Campeões em 2010 sem nenhum jogador italiano entre os
titulares na final, nem por isso os torcedores negaram o clube, por um simples
motivo, o clube de futebol de cada um tem símbolos, histórias e ídolos que não
necessariamente estão ligados ao sentimento nacionalista moderno, da mesma
forma que por nascer na Paraíba não preciso torcer por um clube local, ou por
nascer em São Paulo não posso torcer pelo Flamengo? Isso não existe, sendo
assim, deixa de ser paixão, ninguém começa um relacionamento perguntando se a
pessoa é ou não de seu Estado.
Ponto final, eu sou
Palmeirense, quarta eu sou Boca e acabou, nem Galvão, nem a globo vai implantar
em mim um nacionalismo onde não existe!!! Vamos Boca, ESTA NOCHE TENEMOS
QUE GANAR!
domingo, 1 de julho de 2012
Vídeo :Cachoeira e o Prefeito de Palmas do PT
Mais um político caiu na
rede das investigações do caso Carlos Cachoeira, o voyeur bicheiro que gravava
todas suas reuniões com políticos, aparece negociando o financiamento da
campanha do atual prefeito de Palmas Raul de Jesus Lustosa Filho, do PT, em vídeo exclusivo exibido a pouco
no Fantástico, da Rede Globo, o prefeito aparece negociando até uma possível aposentadoria
com o nobre cachoeira, quem será a próxima vítima?
sábado, 30 de junho de 2012
Lei eleitoral com proibições para imprensa vale a partir de amanhã
Fonte: Agência Brasil
A partir de amanhã (1) as emissoras de rádio e televisão do país devem ficar atentas à Lei das Eleições (9.504/97). A legislação fixa uma série de proibições para o período eleitoral em seus noticiários e na programação. Entre as proibições estão a que impede dar tratamento privilegiado a candidato em seus noticiários e na programação e a de divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção. A multa para quem desrespeitar varia de R$ 21.282,00 a R$106.410,00. Em caso de reincidência pode ser duplicada.
As emissoras de rádio e televisão também estão proibidas de veicular propaganda política pagas ou não e de difundirem manifestação favorável ou contrária a candidatos ou partidos. Os jornais e revistas não estão impedidos de emitir opinião favorável a candidato, mas a matéria não pode ser paga.
Ainda de acordo com a lei, as novelas, filmes ou minisséries não podem fazer crítica ou referência a candidatos ou partido político, mesmo que de forma dissimulada.
As emissoras também estão proibidas de usar trucagem ou montagem de áudio ou vídeo que degradem ou ridicularizem candidato ou partido ou que desvirtue a realidade para beneficiar ou prejudicá-los. Também não podem transmitir programas com esse fim.
O candidato escolhido em convenção para concorrer às eleições não pode apresentar nem comentar programa. As emissoras também não podem divulgar nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção, inclusive se a denominação do programa coincidir com o nome do candidato ou com o que ele indicou para uso na urna eletrônica. Se o programa tiver o mesmo nome do candidato, fica proibida a sua divulgação.
Candidaturas oficializadas em João Pessoa
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PREFEITO
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VICE
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Cícero Lucena (
PSDB)
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Ítalo Kumamoto (PSC)
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Estelizabel
Bezerra (PSB)
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Efraim Filho (DEM)
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José Maranhão
(PMDB)
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Gervásio Maia (PMDB)
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Luciano Cartaxo (PT)
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Nonato Bandeira (PPS)
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Renan Palmeira ( PSOL)
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Ana Júlia (PSOL)
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Duas Convenções no PT de Campina Grande!! E agora?
O Partido dos Trabalhadores realizou em Campina Grande uma convenção paralela que aprovou a candidatura própria de Alexandre Almeida, porém oficialmente o PT tem convenção marcada para hoje, onde deve ser oficializado o apoio ao PP de Daniela Ribeiro, o vice indicado pelo partido é Perón Japiassu, segundo o diretório nacional do partido não existe possibilidade de candidatura própria, já que o acordo com o PP foi realizado em conformidade com as diretrizes do partido.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
PAULO LULA MALUF DA SILVA ( Nordestino, Paulista, Procurado pelo FBI e Feliz)
Por Douglas Pierre Lopes
Um é filho de imigrante Libanês,
outro filho de imigrante de Pernambuco, políticos que fizeram seu nome na época
da Ditadura Militar, populistas, realizadores de grandes obras, um é mensaleiro,
outro não pode sair do Brasil ,é procurado pelo FBI, independente da ordem dos
fatos aqui apontados Lula e Maluf ou Maluf e Lula são almas gêmeas, um é a
tampa da panela do outro, amor eterno, as brigas do passado lembram o ditado, o
ódio é uma paixão reprimida!!!
O ato ético e linear da deputada
paraibana, eleita por São Paulo Luiza Erundina é digno de aplauso, não se
vendeu por um cargo de vice-prefeita, nem mudou seu discurso com a desculpa
deslavada de que na política tudo é permitido.
Lula e Maluf agora tentaram levar
um candidato desconhecido Fernando Haddad as eleições de Outubro, o maior feito
do ex-ministro foi não conseguir realizar uma única edição do ENEM de forma
correta, outro apadrinhado de Maluf que chegou a prefeitura de São Paulo foi o ‘’finado’’
Celso Pitta, não preciso mais escrever nenhuma linha...
segunda-feira, 18 de junho de 2012
V MOSTRA INTERESTADUAL DO CINEMA PARAIBANO
CÂMERA NA MÃO: MULHER CABEÇA!
O Projeto Cinestésico convida
todos os segmentos da Universidade e a Comunidade em geral
a assistir e debater com as realizadoras
uma mostra da produção audiovisual feminina da Paraíba!
Atividade Político-Cultural de Greve!
Entrada Franca!
terça-feira, 12 de junho de 2012
Sandra Marrocos manda insatisfeitos saírem do PSB
de : portalcorreio.com.br
"Quem não estiver satisfeito com a decisão interna, procure outro espaço para militar. Bira e Agra tem responsabilidade de ir somar ao nosso projeto". O recado foi dado pela vereadora pessoense Sandra Marrocos (PSB), nesta terça-feira (12).
Ela lembrou que no congresso municipal do PSB de João Pessoa a jornalista Estelizabel Bezerra foi vitoriosa no processo interno. "Com isso, ninguém pode mais criar especulações", disse.
A vereadora comentou o resultado do congresso municipal do PSB e frisou que o prefeito Luciano Agra, o vereador Bira Pereira e seus aliados tem a responsabilidade de evitar a dissidência no PSB. "Depois de homologada a candidatura de Estelizabel não há mais espaços para contestações internas", afirmou.
Hermes de Luna
segunda-feira, 11 de junho de 2012
PT E PSB DEFINEM NOMES PARA AS ELEIÇÕES EM JOÃO PESSOA
Luciano Cartaxo do PT e Estelizabel Bezerra do PSB tiveram suas candidaturas homologadas pelos seus respectivos partidos.
No PT as formalidades ocorreram tranquilamente com a confirmação de Cartaxo como candidato a prefeito da capital, foi formalizada também a aliança do partido com o PRB e o PP.
Já no PSB o resultado com 70% dos votos para Estelizabel que enfrentou o atual prefeito Luciano Agra deve ter consequencias na base do partido, ao sair do local das votações, antes do anuncio oficial, Agra colocou que não gostaria mais de ser humilhado pelo PSB e que sua filiação será reavaliada.
Com 70% de aprovação, o atual prefeito promete subir em um palanque nas eleições de Outubro,já estelizabel na empolgação chamou o candidato do PSDB Cícero Lucena de ladrão e falou que dará uma surra em Maranhão, o nível dos debates já começam ''em alto nível''.
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