quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Zé Dirceu e seu AI-5 do PT Em 1992


Se alguém tem dúvida sobre o sistema ditatorial do PT, liderado por José Dirceu, tendo Lula como ''boneco do povo'' veja as atitudes que ele tomou em 1992, impedindo inicialmente um ''fora collor'' e excluindo uma ala de seu partido que não concordava com suas ideias, essa ''ala'' posteriormente virou o PSTU. Deixei em caixa-alta as medidas por ele adotadas em 1992 e fica a pergunta: Qual a diferença deste homem, (hoje ladrão quase na cadeia), para um ditador?


O PSTU foi fundado em um congresso realizado em 1993 por integrantes da LIT no Brasil. Funcionaram anteriormente como uma tendência interna do Partido dos Trabalhadores denominada Convergência Socialista.

A Convergência Socialista havia sido expulsa do Partido dos Trabalhadores em 1992, por defender o estabelecimento de uma campanha pelo Fora Collor naquele ano. O secretário geral do Partido dos Trabalhadores na época, José Dirceu, descreveu que "ao defender uma campanha contra o presidente da República naquela oportunidade", com a palavra de ordem "Fora Collor, esta seria uma tática da CS de propor ao PT derrubar o governo Collor.

Em abril de 1992, o deputado José Dirceu apresenta, na reunião da Executiva Nacional do PT, uma resolução que foi aprovada, dando prazo de 15 dias para que a Convergência Socialista se adaptasse à nova regulamentação de tendências. ESTA PROIBIA MANIFESTAÇÕES ABERTAS CONTRA A POLÍTICA DA DIREÇÃO MAJORITÁRIA. AFIRMAVA JOSÉ DIRCEU QUE, PARA EVITAR A PUBLICIDADE DE TAL POLÍTICA, SE DEVERIAM PROIBIR SEDES PRÓPRIAS, JORNAL PRÓPRIO, FINANÇAS PRÓPRIAS, RELAÇÕES INTERNACIONAIS PÚBLICAS E DE PARTIDO, POIS ESTAS SERIAM A EXTERIORIZAÇÃO DE UMA POLÍTICA CONTRÁRIA ÀS RESOLUÇÕES DO PT E DO SEU PRIMEIRO CONGRESSO (SILVA 2001; CERDEIRA 2009).

A fundação do PSTU uniu diversas correntes socialistas e comunistas excluídas pela direção do PT na ocasião, organizações e grupos ativistas revolucionários nacionais e locais, entre elas, além da já citada Convergência Socialista, o PLP (Partido da Libertação Proletária).

Nenhum comentário:

Postar um comentário